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“Cinema: It is a ribbon of dreams.” (Orson Welles)

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Filme: Colcha de Retalhos (How to Make an American Quilt)

How to Make an American Quilt, movie

A tradição das colchas de patchwork é algo muito bonito na cultura norte-americana. Trata-se de uma arte comovente, que exige sensibilidade e esmero. As técnicas da arte de quiltar têm sido transmitidas pelas mães e avós às suas descendentes. No período da Grande Depressão, após a quebra da Bolsa de Valores, isto é, entre 1929 e 1939, as quilteiras aproveitavam todo e qualquer tecido disponível, usando formatos que permitiam aproveitamento total dos tecidos.

Um filme que gosto bastante é Colcha de Retalhos (How to Make an American Quilt). Um filme de boa sensibilidade e que retrata tão bem a alma humana, confusa, complexa e nada fixa.

Enquanto elabora sua tese e se prepara para se casar, Finn Dodd (Wynona Ryder), uma jovem mulher, vai morar na casa da sua avó materna (Ellen Burstyn). Ela decide passar esse tempo na casa de sua avó para, assim, poder refletir sobre seus sentimentos. Na casa da avó Finn revive uma experiência já muito conhecida, desde a infância. Lá estão várias amigas da família, que preparam uma elaborada colcha de retalhos como presente de casamento. É tradição por lá que as mulheres teçam colchas de retalho como presente de casamento. E enquanto elas se dedicam a atividade, relembram antigas histórias de relacionamentos amorosos. Neste meio tempo Finn se sente atraída por um desconhecido, criando dúvidas no seu coração que precisam ser esclarecidas.

How to Make an American Quilt, movieTendo as mulheres decidido pela colcha de retalhos como presente de casamento, cada uma, então, se incumbe de bordar seus retalhos para, no final, juntarem as peças e comporem a colcha. O interessante é que não são retalhos quaisquer, mas quadrados que ilustram a história amorosa de cada uma. A colcha tecida tem como tema “Onde mora o amor?”. As figuras ou desenhos representam a mulher que os compôs. A jovem, provavelmente movida pelo momento conflituoso por que passa, acaba conversando com cada uma delas, onde tem a oportunidade de ouvir relatos vivos sobre essas experiências. Assim, enquanto o trabalho é feito, Finn ouve o relato de paixões e envolvimentos, nem sempre moralmente aprováveis mas repletos de sentimentos, que estas mulheres tiveram. Passamos a conhecer os vários “retalhos” de amor, com a sua beleza, tristeza, decepções e esperanças… Enfim, as versões femininas sobre seus homens e a relação com eles.

How to Make an American Quilt, movie How to Make an American Quilt é um filme feminino, onde os homens são tema frequente, mas ocupam um papel coadjuvante. A colcha completa, que vai cobrir aquela jovem e seu futuro marido, reúne todas as histórias de amor e representa a feminilidade daquelas mulheres. Trata-se de um drama romântico sobre o universo feminino, e nos envolve com a vida das costureiras e seus mundos interiores. Cada retalho que compõe a colcha traz uma simbologia. O jardim de rosas amarelas, simbolizando o cenário de um grande amor. O retalho de Sophia Darling é o mesmo do seu vestido que usara no seu primeiro encontro de amor, representando ondas. A esposa traída confecciona em seu retalho os objetos de pintura representando o seu amor, e assim por diante.

O filme é muito bem “tecido”, permitam-me o verbo. É tecido como uma alegoria – a alegoria da colcha de retalhos. No início do filme pode-se observar uma cena que foca o desenrolar de um carretel de linha, fazendo uma comparação entre este procedimento e a vida do ser humano. E o que acontece naqueles diálogos de Finn com aquelas mulheres mais velhas é exatamente isso. Outros símbolos aparecem no filme: a cor vermelha, um poema, os morangos, um corvo… Num ponto clímax, um forte vendaval inrompe como uma metáfora das ideias da moça, e do conturbado momento no drama. A cabeça da jovem noiva está confusa principalmente depois da conversa com sua mãe. Finn entra em conflito não sabendo ao certo se realmente quer se casar, pois em toda a sua vida ouviu de sua mãe que o casamento era uma grande bobagem, e que compromissos monogâmicos para toda a vida eram impossíveis de se cumprir. Depois do vendaval tudo ficou mais claro para a noiva, e também para as outras mulheres. Colcha de Retalhos é uma alegoria primorosa, rica em detalhes e sutilezas, que você não deve deixar de assistir.

How to Make an American Quilt foi lançado em 1995 nos Estados Unidos. Conta com a excelente direção de Jocelyn Moorhouse, e bons desempenhos de Wynona Ryder, Anne Bancroft, Ellen Burstyn, Kate Nelligan, Alfre Woodard, entre outros. Dedique alguma atenção à trilha sonora organizada por Thomas Newman. Em alguns momentos as músicas escolhidas para o fundo vestem como uma luva; melhor dizendo, encaixam-se na trama como retalhos meticulosamente escolhidos para compor toda a harmonia da colcha das quilteiras.

Written by Paulo Amadeu

29/10/2012 at 12:56

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Mae West (1893-1980)

Mae West (1893-1980)

Mae West (nascida Mary Jane West, 1893-1980) foi uma atriz, cantora, dramaturga e roteirista norte-americana. Uma carreira de sete décadas, iniciada na Broadway e depois notabilizada em Hollywood. Verdadeiro mito e símbolo sexual, tornou-se uma das estrelas de cinema mais controvertidas dos seus dias.

Mae West (1893-1980)

Written by Paulo Amadeu

08/01/2012 at 15:00

Filme: A Festa de Babette (Babettes gæstebud, 1987)

(Atenção: spoiler)

A Festa de Babette (Babettes gæstebud, 1987)

A maioria das pessoas vive hoje  em uma cultura onde a paisagem está pontilhada de restaurantes de todos os tipos. Além disso, a atual publicidade com a qual somos alimentados convenceu-nos de que se não tomarmos três boas refeições, entremeadas com diversas refeições ligeiras, corremos o risco de “morrer de fome” ou de desenvolver uma subnutrição. Porém, estas duas realidades, amplamente disseminadas hoje em dia, são estranhas a muitos contextos carentes da atualidade, e com certeza não faziam parte do cotidiano da maioria das pessoas no passado. Acrescente-se que desde tempos bem remotos se encontram exemplos de pessoas inclinadas a praticar uma  rigidez espartana. O ascetismo tende a desprezar as boas coisas da vida; o asceta se nega à alegria, e propõe a abstinência dos prazeres. O dualismo asceta tem influenciado grandemente a religiosidade ocidental.

Martine e Filippa são duas irmãs idosas que se exercitam incansavelmente num tipo de piedade cristã característicamente ascética. No século XIX, mais especificamente em 1885, as duas mulheres, que não se casaram,A Festa de Babette (Babettes gæstebud, 1987) vivem em uma pequena aldeia na remota e bela, porém igualmente árida e fria, costa oeste da Jutlândia, a grande península da Dinamarca. Martine e Filippa receberam estes nomes como uma homenagem aos reformadores luteranos do século XVI, Martinho Lutero e Philipp Melanchthon. O pai das duas anciãs foi um pastor que fundou um grupo religioso derivado do luteranismo. A seita era caracterizada por um forte rigor ascético e pietismo cristão manifesto em obras de caridade. Conquanto o pastor já houvesse falecido há muito tempo e o grupo religioso não arrebanhasse novos convertidos, as duas irmãs, enquanto envelheciam, presidiam abnegada e amorosamente a sua congregação de fiéis rurais, cada dia menor e mais colorida por cabelos brancos.

Retrocedendo no tempo quarenta e nove anos, encontramos as duas irmãs, Martine e Filippa, em sua beleza arrebatadora. O pai rejeita todos os pretendentes, enaltecendo a vida celibatária, e estimando o amor terreno e o casamento como “ilusões vazias”. As filhas são para ele como “as mãos direita e esquerda”, ou como “a sua prata e o seu ouro”. Cada filha é cortejada por um pretendente apaixonado que visita a Jutlândia. Martine por um oficial da cavalaria sueca, e Filippa por um barítono francês da Ópera de Paris, que, ensinando canto à filha do ministro religioso, quebrava com o canto lírico o silêncio da costa. A Festa de Babette (Babettes gæstebud, 1987) Os dois pretendentes apaixonaram-se desesperadamente. Porém, não podendo ter o seu amor correspondido, o jovem oficial vai embora sentindo-se indigno da mão de Martine. O barítono francês, por sua vez, que desejava levar Filippa para o canto lírico parisiense, após várias tentativas, empolga-se e beija-a durante um ensaio de um dueto de Don Giovanni. Filippa decide suspender as aulas e recusa a oferta de estrelato e riqueza.

Trinta e cinco anos depois, isto é, em 1871, em noite de tempestade, Babette Hersant bate à porta das duas irmãs. Babette chega ao pequeno vilarejo na Dinamarca fugindo da França durante a repressão à Comuna de Paris. Ela traz uma carta do ex-pretendente de Filippa, o cantor de ópera, explicando a sua situação e recomendando-a para ser acolhida na casa, onde poderia trabalhar para custear sua pensão. Babette se emprega como faxineira e cozinheira, é instalada num pequeno e modestíssimo quarto preparado no sótão da residência, e ali vive por quatorze anos.

Babette torna-se conhecida no vilarejo, aprendendo com dificuldades o novo idioma, até que um dia recebe a notícia de que havia ganho uma fortuna na loteria francesa. O prêmio montava em 10.000 francos, que certamente lhe permitiriam voltar à sua antiga casa e ao seu estilo de vida mais requintado. Ninguém no vilarejo sabia de sua qualificação e da atividade que realizava em Paris, nem mesmo as duas irmãs, conquanto, crescentemente, os dotes culinários da francesa vão se fazendo evidentes. Ao invés de voltar à França, ela pede permissão para preparar um jantar em comemoração ao centésimo aniversário do pastor. Embora com alguma relutância, as irmãs concordam em aceitar a sua oferta de pagar "um verdadeiro jantar francês". Babette se ausenta do vilarejo por alguns dias, A Festa de Babette (Babettes gæstebud, 1987) a fim de pessoalmente providenciar os suprimentos a serem enviados para a Jutlândia. Os ingredientes são abundantes, suntuosos e exóticos, e sua chegada causa muitos comentários entre os moradores do pequeno povoado.

Com a chegada dos igredientes e iguarias riquíssimas e refinadas, com seu aspecto até mesmo chocante, e ao terem início os preparativos, as irmãs começam a se preocupar que a refeição será, na melhor das hipóteses, um grande pecado de luxúria e sensualidade, e na pior, alguma forma de festival pagão e diabólico, um ritual de bruxaria. Em uma rápida reunião, as irmãs e os fiéis da congregação concordam em participar da refeição, a fim de não magoar a amiga de todos eles. Decidem, entretanto, renunciar a qualquer tipo de prazer na refeição, procurando ser discretos e reservados, e evitando fazer menção à comida durante o tempo em que estiverem ceando.

Mais do que apenas um deleite epicurista, a festa é uma manifestação de imenso afeto de Babette, um ato com ecos de auto-sacrifício eucarístico. Embora não conte a ninguém, Babette está gastando todo o prêmio que ganhara em seu gesto de gratidão. Você é capaz de imaginar os detalhes que envolvem uma refeição no restaurante mais caro da França? A Festa de Babette (Babettes gæstebud, 1987) Imagine os procedimentos protocolares, as vestimentas dos serviçais, os talheres, os guardanapos, os cristais, os linhos, as louças chinesas, as bebidas e licores, os apertivos, as sobremesas… Quando entram naquela singela e rústica residência, a princípio os convidados ficam perceptivelmente assustados e tomados de um indisfarçável sentimento de culpa.

O ambiente branco e cinza daquele povoado ganha cores no momento do banquete, quando são focados os diversos tipos de pratos e delícias. E tais quais peixes, “os convidados são fisgados pela boca”. A figura de mais destaque entre os convidados é o antigo ex-pretendente de Martine, agora um famoso general casado com alguém da corte da rainha. Ele estava de passagem na região, em residência de sua tia, e como um homem cosmopolita, e ex-adido em Paris, é a única pessoa à mesa com qualificação para comentar sobre o banquete. É ele quem fornece aos hóspedes informações abundantes e explícitas sobre a extraordinária qualidade do serviço, da comida e da bebida. O menu responsável pelo arrebatamento dos presentes inclui Potage à la Tortue, Blinis Demidoff au Caviar, Caille en Sarcophage avec Sauce Perigourdine, salada de chicória belga e nozes ao vinagrete, e Les Fromages, com queijo azul, mamão, figos, uvas, abacaxi e romãs. O grand finale traz como sobremesa Savarin au Rhum avec des Figues et Fruits Glacées. O menu se completa com numerosos e raros vinhos, incluindo um 1845 Clos de Vougeot e um 1860 Veuve Clicquot champagne. O general comenta que o refinamento e os custos do banquete, assim como o estilo e luxo do serviço só poderiam ser comparados ao que ele experimentara no famoso Café Anglais, em Paris, onde o Chef anterior era uma mulher famosíssima por suas extraordinárias habilidades culinárias — ocupação anterior de Babette, até então desconhecida pelas irmãs, e revelada por ela em ato de confiança após a refeição. A Festa de Babette (Babettes gæstebud, 1987) O comentário do general culmina com um breve discurso reflexivo baseado no Salmo 85.10, que algumas vezes ouvira do falecido pastor: "A misericórdia e a verdade se encontraram; a justiça e a paz se beijaram”.

Embora os celebrantes do vilarejo inicialmente se recusassem a comentar sobre os prazeres terrenos da comida e da bebida, e a reconhecerem os dons extraordinários de Babette como divinos, com a euforia suscitada pelo jantar, dá-se a quebra de desconfiança e superstições, elevando os comensais camponeses não apenas fisicamente, mas espiritualmente. Hostilidades e disputas  antigas são esquecidas, amores antigos são reacendidos e uma redenção do humano se estabelece à mesa. Sentem-se todos eles privilegiados com a oportunidade daquela celebração, indizivelmente gratos por tal graça eucarística.

Após a revelação da verdadeira identidade de Babette, as irmãs assumem que ela irá agora voltar a Paris. Surpreendentemente ela informa que todo o seu dinheiro se foi e que ela não vai a lugar algum. As irmãs reagem perplexas, assustadas. Babette informa que aquele banquete no Café Anglais tem um custo de 10.000 francos. Em lágrimas, Martine comenta: "Agora você vai ser pobre o resto da vida!". Ao que Babette responde: "Um artista nunca é pobre".

“Estamos todos famintos e carentes”

Segundo a Psicanálise, pulsão é “o processo dinâmico que consiste numa pressão ou força que faz o organismo tender para um objetivo”. Segundo Freud, uma pulsão tem a sua fonte numa excitação corporal; o seu objetivo ou meta é suprimir o estado de tensão que reina na fonte pulsional; é no objeto ou graças a ele que a pulsão pode atingir a sua meta. No entendimento inicial freudiano, as pulsões de autoconservação deveriam ser situadas, já de início, do lado do princípio de realidade e as pulsões sexuais ao lado do princípio do prazer. Freud será levado a revisar este conceito posteriormente.

No livro Mulher 40 Graus à Sombra; reflexões sobre a Vida a partir dos 40 Anos, as autoras fazem um comentário sobre o jantar de Babette que considero interessante. Escolho citá-las pois são psicanalistas:

Babette, uma mulher de mais ou menos cinquenta anos […] não revelara a ninguém a sua habilidade: ‘transformar um jantar numa espécie de caso de amor, onde fosse impossível distinguir entre o apetite físico e o espiritual’. Dando o melhor de si, na expressão de sua arte, seduzia a todos que provasse de sua mágica comida.

Não era à toa que os velhinhos, A Festa de Babette (Babettes gæstebud, 1987) que tinham medo de felicidade, fissessem um pacto contra a bruxa Babette: comer como se nunca tivessem tido paladar.

O banquete começado; lentamente as manifestações de medo e desconfiança iniciais vão cedendo. Redescobrem o prazer, lambem os beiços e chupam os dedos. Velhos enamorados se reencontram através de olhares de cumplicidade e toques de carinho. Confissões e gestos reasseguram antigos sentimentos de amizade fraterna. E, assim, vão exorcizando culpas, traições e todas as mazelas e mumunhas que os mantinham em isolamento. Recuperam a capacidade de ouvir, falar, ver, sorrir, conviver… viver.

A julgar pela reação final das pessoas que curtiram a festa de Babette, num incontrolável apetite, há que suspeitar que estamos todos famintos e carentes, precisando resgatar sabores e valores.

O também psicanalista Rubem Alves, num artigo interessantíssimo, lança seu olhar perspicaz sobre Babette e sua arte de seduzir:

Quem pensa que a comida só faz matar a fome está redondamente enganado. Comer é muito perigoso. Porque quem cozinha é parente próximo das bruxas e dos magos. Cozinhar é feitiçaria, alquimia. E comer é ser enfeitiçado. Sabia disso Babette, artista que conhecia os segredos de produzir alegria pela comida. Ela sabia que, depois de comer, as pessoas não permanecem as mesmas. Coisas mágicas acontecem. […] De fato, a feitiçaria aconteceu: sopa de tartaruga, cailles au sarcophage, vinhos maravilhosos, o prazer amaciando os sentimentos e pensamentos, as durezas e rugas do corpo sendo alisadas pelo paladar, as máscaras caindo, os rostos endurecidos ficando bonitos pelo riso, in vino veritas… 

A Festa de Babette (Babettes gæstebud, 1987) é um filme dinamarquês dirigido por Gabriel Axel, com roteiro baseado em conto de Isak Dinesen (pseudônimo de Karen Blixen), que já oferecera ao cinema a base do roteiro para o filme Entre dois amores (Out of Africa, 1985). O grande e bom elenco é fomado por Stéphane Audran, Bodil Kjer e Birgitte Federspiel, além de nomes como Jarl Kulle, Jean-Philippe Lafont e Vibeke Hastrup. Em 1988 o filme ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, e colheu muitos outros prêmios importantes. Alguns bons destaques do filme são a trilha sonora por Per Nørgaard, a direção de arte de Sven Wichmann e a direção de fotografia por Henning Kristiansen.

Written by Paulo Amadeu

26/12/2011 at 12:16

Claudette Colbert (1903–1996)

Claudette Colbert (1903–1996)

Claudette Colbert (nome com o qual se notabilizou Claudette Chauchoin, 1903-1996) foi uma atriz nascida na França, mas criada em Nova York. Um dos principais expoentes femininos da chamada screwball comedy (comédia excêntrica), e também conhecida por sua versatilidade. Três indicações ao Oscar de melhor atriz, vencendo em uma.

Claudette Colbert (1903–1996)

Written by Paulo Amadeu

01/09/2011 at 22:24

Vivien Leigh (1913-1967)

Vivien Leigh (1913-1967)

Vivien Leigh (como se notabilizou Vivian Mary Hartley, Lady Olivier, 1913-1967), foi uma famosa atriz nascida na Índia (quando este país ainda pertencia ao Império Britânico). Bipolar, “Viv” foi considerada uma atriz difícil. Aclamada pela beleza, atuou pouco no cinema, mas com desempenho reconhecido e premiado. Mais de trinta anos como atriz de teatro.

Vivien Leigh (1913-1967)

Written by Paulo Amadeu

20/07/2011 at 14:40

Joan Crawford (1905–1977)

Joan Crawford (1905–1977)

Joan Crawford (nome artístico de Lucille Fay LeSueur, 1905–1977) foi uma atriz norte-americana. Descobriu desde cedo suas qualidades como dançarina, e tirou vantagens de suas habilidades com o corpo espetacular. Persistente e expressiva. Foi indicada três vezes ao Oscar de Melhor Atriz, ganhando em uma delas.

Joan Crawford (1905–1977)

Written by Paulo Amadeu

27/06/2011 at 15:17

Ginger Rogers (1911-1995)

Ginger Rogers (1911-1995)

Ginger Rogers (nome artístico de Virginia Katherine McMath, 1911-1995) foi uma premiada atriz, dançarina e cantora do cinema e teatro dos Estados Unidos da América. Fez quase cem filmes entre musicais, comédias e dramas. Alguém escreveu:Lembre-se: Ginger Rogers fez tudo o que fez Fred Astaire, porém ela o fez para trás e com saltos altos” .

Ginger Rogers (1911-1995)

Written by Paulo Amadeu

07/05/2011 at 10:18

Marlene Dietrich (1901-1992)

Marlene Dietrich (1901-1992)

Marlene Dietrich (nome artístico de Marie Magdelene Dietrich von Losch, 1901-1992) foi uma atriz e cantora alemã, naturalizada norte-americana. Nasceu em Berlim e faleceu em Paris, porém cantou e atuou principalmente nos Estados Unidos. Quando é necessário tomar posições que desagradam, e estas têm um custo muito elevado…

Marlene Dietrich (1901-1992)

Written by Paulo Amadeu

04/05/2011 at 18:17

Judy Garland (1922-1969)

Judy Garland ( 1922-1969)

Judy Garland (nome artístico de Frances Ethel Gumm, 1922-1969) foi uma atriz norte-americana, considerada por muitos uma das maiores estrelas cantoras da "Era de Ouro" dos filmes musicais de Hollywood. Em meio às imensas lutas pessoais, e apesar da insegurança com sua aparência, a versatilidade pediu respeito. “Could Go on Singing”.

Judy Garland ( 1922-1969)

Written by Paulo Amadeu

01/05/2011 at 23:35

Greta Garbo (1905-1990)

Greta Garbo

Greta Garbo (nome artístico de Greta Lovisa Gustafson, 1905-1990) foi uma atriz sueca. Com seu talento e aura de mistério, tornou-se uma das mulheres mais fascinantes do século XX. Solitária e reservada. Uma das citações mais memoráveis sobre ela: “Greta é como a Mona Lisa — uma das grandes coisas da vida. E tão distante quanto”.

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Written by Paulo Amadeu

27/04/2011 at 12:33